quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Jingle Bells

Dashing through the snow
In a one horse open sleigh
O'er the fields we go
Laughing all the way
Bells on bob tails ring
Making spirits bright
What fun it is to laugh and sing
A sleighing song tonight

Oh, jingle bells, jingle bells
Jingle all the way
Oh, what fun it is to ride
In a one horse open sleigh
Jingle bells, jingle bells
SCRATCHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!

Música a sério é esta:



P.S. Não queria deixar de passar a verdadeira mensagem e espírito natalício que se vive em todo este Portugal Provinciano (não é só Leiria). Nos directos, em que nos intervalos dos mesmos fazem telejornais, um anónimo vendedor fazia referência que o espírito natalício, este ano, está em baixo devido à crise... arrisco-me a acrescentar o seguinte: €€€=Espírito Natalício!!!!!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A Natividade foi em... Leiria



É aquela época do ano. Fúria consumista, trânsito e mais trânsito, ruas enfeitadas, jantaradas com os amigos e colegas de trabalho, e aquela coisa que acontece no dia 25... não é muito importante, mas como se chama?... ah! o Natal!

Pois Leiria não é diferente e passeia toda gente cheio de sacos e a excitação anda no ar. Mas Leiria, como se pode ver na foto, este ano tem um presépio em frente ao antigo edifício do Banco de Portugal. E está tudo muito bonitinho com os elementos normais numa instalação do género.

O que se pode observar logo à partida é que está tudo um pouco apressado. A Sagrada Família está completa com o menino e tudo (1), os Reis Magos já lá estão logo no princípio de Dezembro (2) e mesmo o rio corre rapidamente... muito rapidamente (3).

Eu sei que estas coisas não são para tomar à letra e que toda a cena não passa de uma alegoria, mas a verdade é que se este rio fosse transposto para uma realidade à escala, correria a uns mil quilómetros por hora logo a partir da fonte e temo que colocasse em risco o menino, a sua família, os Reis Magos, as pacatas ovelhinhas e até mesmo toda a terra santa. Felizmente existe um tranquilizador buraco negro logo ali ao fundo que absorve aquela torrente de água límpida mas brutal (Deus escreve direito por linhas tortas?...).

Mas a cena não está completa. E a novidade do nosso presépio é o mini Castelo de Leiria (4) e a gigante torre da Sé (comparando com o castelo, claro está), perigosamente inclinada, uma espécie de Torre de Pisa cá da parvónia (5).

É assim o nosso presépio e fica apenas uma dúvida. Foi a Natividade em Leiria ou em Nazaré havia um mini castelo de Leiria acompanhado da torre da sé?

domingo, 20 de setembro de 2009

Pindéricos? Provincianos?


Nada disso meus amigos e leitores! Leiria é um must, até já tem um desfile de moda, muito bem designado por "Leiria Fashion"... Upa, upa... ao mais alto nível do pindériquismo e provincianismo!!! Já só nos falta o shopping!!!

Viva Leiria!!!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Encerrado para descanso do pessoal até 31 de Agosto


Verão, é sempre Verão... em Leiria mais que nos outros sítios, ou pelo menos assim parece... Empresas fechadas, comércio, em grande parte fechado, bares e discotecas fechados... não sei se será meu, mas há crise em Leiria? Pelos vistos não... em época de doitchas de sandálias e meias brancas, nuestros hermanos, ça vas e afins, fecha-se tudo e férias que é bom!! Ponham um sinal, na indicação de saída da auto-estrada para Leiria:

ENCERRADO PARA FÉRIAS, VOLTE SEMPRE!!

sábado, 20 de junho de 2009

Leiria não sai à noite

Na Leiria Provinciana somos, positivamente, bafejados pela proximidade com Fátima. A Fátima dos pastorinhos, dos milagres, da igreja, dos beatos, dos pés, mãos, braços, cabeças e barrigas de cera incensadas nas piras abençoadas do santuário. Um negócio infindável e sem crises capitalistas, que promete o céu a partir desta vida terrena, mas devidamente pago. O céu, é claro, tal como a banal vida terrena, um BigMac ou até uma multa de estacionamento, custa dinheiro.

Qualquer leiriense minimamente viajado admira Barcelona, Londres, Paris ou Nova Iorque. Cidades de uma energia inesgotável , com dias sem fim e uma noite vibrante, interminável. Cidades onde o dia se confunde com a noite, onde a vida não acaba ao por do sol.

Nenhum leiriense que conheceu estas e outras cidades similares nega estas virtudes, as vidas descomplexadas, a abertura e dinâmica dos seus habitantes, a visão futurista dos seus dirigentes.

Mas, a realidade leiriense é mais complexa. Nenhuma destas pessoas conhecedoras e aproveitadoras destas outras cidades consegue projectar, e porque não, copiar este dinamismo admirável na sua cidade. Para estas pessoas, bem como para o poder instituído, esta é uma realidade distante, admirada mas não replicável ou desejável entre portas.

Assim, Leiria é uma cidade fechada. Há de facto emprego, iniciativa privada e sucesso empresarial de uma forma generalizada. Mas não há visitantes de fora, não há abertura e a percepção de que o entretenimento também gera riqueza. Aquilo que é admirado noutras cidades é condenado em Leiria. Não se pode comer depois das duas, não se pode estar num bar a confraternizar com amigos depois das duas e muito menos aproveitar uma simples esplanada a estas horas. Para continuar um jantar de amigos somos obrigados a ir a uma das anémicas ofertas nocturnas abertas após o beato horário das duas horas da manhã.

Qualquer destas pessoas conhecedoras do mundo para lá de Leiria, admira a famosa "movida" de Barcelona ou Madrid, a "open minded" Amsterdão, a glamourosa vida nocturna de Paris ou a imparável dinâmica noctívaga de Nova Iorque e a cosmopolita Londres. Não vale sequer falar de Lisboa, Porto, Coimbra ou Braga. Leiria é diferente de qualquer uma destas cidades. Em Leiria, tudo é formatado e boçal: bares até às duas, discotecas até ás quatro e tudo terá de estar na caminha por volta das seis.

Vivemos numa cidade em que até uma roulotte de bifanas tem de fechar às quatro, porque é considerada uma ameaça, algo a evitar, algo sem interesse e até mesmo perigoso para a cidade. Em Leiria há a noção que a polícia dita as regras. Em Leiria há a noção que a polícia persegue apenas os bares e discotecas e esquece tudo o resto. Permitam-me acrescentar que, não esquece a caça à multa em alguns estacionamentos da cidade enquanto faz vista grossa a outros.

Mas a realidade é ligeiramente diferente.

Enquanto a policia faz cumprir rudemente os horários ditados pela câmara em bares de estudantes e pequenas tascas sem importância, ignora os inúmeros bares de alterne ou de strip espalhados pela cidade e arredores. Mas digam-me que cidade é esta em que não se pode comer uma bifana fora de horas, não se pode beber uma imperial com os amigos depois das duas mas, certamente, pode-se ter o prazer de ver uma polaca ou brasileira num strip sensual. Sem constrangimentos de horários, em botequins de higiene terceiro-mundista. Com alguns euros adicionais pode-se aproveitar muito mais que o prazer visual e avançar para uma prova carnal destes acepipes internacionais. É o mais próximo que esta Leiria provinciana se permite aproximar destas cidades europeias e americanas.

Leiria não sai à noite... mas vai às putas.

domingo, 10 de maio de 2009

Feira de Maio...

Não tenho palavras para descrever a alegria e emoção de viver a escassos metros da nossa amada feira...
Gosto tanto dela que por mim a partilhava com todos os outros lugares, terras e freguesias do nosso concelho... levem-na daqui! Please!!!
Vivam as farturas do Penim!!!

sábado, 2 de maio de 2009

Éfe, Érre e ÁÁÁ… kapputt(!)


O divórcio existente, entre os cidadãos de Leiria e a comunidade de ensino superior presente, é causado, antes de mais, pela própria diferença geracional. O divórcio acentua-se com as diferenças de atitudes, a folia académica provoca algumas linhas de clivagem no comum noctívago leiriense. A falta de paciência latente para com este tipo de atitudes leva a que se frequentem, por norma, espaços diferentes. Entendo que tais atitudes sejam alvo de protesto por parte dos estudantes, sentem-se incompreendidos, relegados, etc…
Este post vem falar exactamente do oposto! Os estudantes não se podem queixar deste tipo de atitudes, quando às 03:45 de quinta-feira cobram €11 de entrada no recinto das comemorações de conclusão de estudos… Não se queixem depois! Parece que quem não quer o normal cidadão presente são os estudantes! Meus meninos, aqui fica o reparo, se querem apoios por tarde da cidade, trabalhem para ela e não contra a mesma!!